Em mais um capítulo da perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou atrás e determinou o arquivamento do pedido de prisão preventiva
O pedido partiu de um advogado alinhado à militância progressista, que alegava que Bolsonaro representava “risco à ordem pública”. Mas até mesmo a Procuradoria-Geral da República (PGR), longe de ser conhecida por sua imparcialidade nos últimos tempos, admitiu que não havia qualquer base legal para a prisão.
Diante disso, Moraes — que em diversas ocasiões já foi acusado de extrapolar suas funções constitucionais — não teve outra escolha senão engavetar mais uma tentativa absurda de calar um dos maiores símbolos da resistência patriótica no Brasil.
Essa decisão ocorre num momento em que o cerco contra a liberdade de expressão se intensifica. Figuras conservadoras seguem sendo censuradas nas redes, influenciadores são investigados por opiniões, e o próprio povo está sendo vigiado simplesmente por pensar diferente.
Enquanto isso, a grande mídia silencia, omite ou distorce fatos — e a esquerda segue livre para atacar, mentir e manipular.
Para quem defende valores como família, fé, liberdade e soberania, essa vitória é simbólica. Mostra que a verdade ainda resiste, mesmo dentro de um sistema cada vez mais aparelhado.
O Brasil está despertando. E cada vez mais patriotas se unem para romper a bolha da manipulação midiática.